Para alegria das mulheres as células-tronco agora são uma fonte da juventude! Tratamentos com células-tronco para redução de rugas e linhas de expressão já são realidade!
Para saber mais acesse o link:
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1170359-5605,00-PESQUISADORA+MOSTRA+EM+SP+QUE+CELULASTRONCO+PODEM+ATENUAR+AS+RUGAS.html
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Restauração em dentes decíduos anteriores utilizando a técnica da coroa de celulóide
Quando dentes decíduos (dentes de leite) encontram-se bastante cariados e a extração é contra-indicada o melhor método para reconstruir o dentinho é a técnica da coroa de celulóide. Primeiro o dente recebe tratamento endodôntico, pois como o grau de destruição é grande haverá a necessidade de usar um pino intra-radicular, ou seja, colocar um pino dentro do canal do dente para reter a restauração. Algumas pessoas utilizam pinos de fibra de vidro, mas há a possibilidade de se utilizar fio de ortodontia para confeccionar um pino intra-radicular (custo menor comparado ao pino de fibra de vidro). Também é possível utilizar o cimento de ionômero de vidro (CIV) para revestir o pino (munhão de civ ao invés de munhão de resina), principalmente porque o civ libera flúor, que atua na estrutura dental remanescente (o que restou do dente). E a restauração externa deverá ser de resina microhíbrida (como é mais resistente, suportará melhor as forças geradas durante a guia incisiva e mastigação) para manter a estética agradavél. O fato da técnica precisar de isolamento absoluto também é importante, já que este é um grande auxiliar no controle do comportamento infantil na clínica odontológica, atuando de forma positiva. Algumas crianças depois de anestesiadas e isoladas até dormem na cadeira, o que facilita bastante o nosso trabalho. Enquanto que sem isolamento absoluto fica muito mais difícil controlar a criança e confeccionar restaurações.
Fonte:http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/html/929/92960110/92960110.html
Fonte:http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/html/929/92960110/92960110.html
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Notícias
1)www.odontosites.com.br
Confira no link de notícias desse site as últimas novidades na odontologia ( Usp terá laboratório próprio pra criar dentes a partir de células-tronco da polpa de dentes decíduos)
Confira no link de notícias desse site as últimas novidades na odontologia ( Usp terá laboratório próprio pra criar dentes a partir de células-tronco da polpa de dentes decíduos)
sábado, 24 de julho de 2010
Uso de Células-Tronco na Odontologia
As células-tronco são definidas como células indiferenciadas com alta capacidade de proliferação e diferenciação, ou seja, são capazes de se multiplicarem e dar origem a diversos tipos de células. Elas podem ser embrionárias ou adultas.
Quando ocorre a fecundação (união do óvulo com o espermtozóide) forma-se o zigoto, uma célula diplóide. Durante os primeiros dias ocorre divisão celular e no interior do zigoto são encontradas células-tronco totipotentes, que darão origem ao embrião, a placenta e os anexos embrionários. No interior do embrião, por volta do quarto dia após a fecundação (fase de blastocisto), encontram-se diversas células-tronco pluripotentes, com capacidade de dar origem a quase todos os tipos celulares, com exceção da placenta e anexos embrionários. No interior do blastocisto, nesse período, há em média de 16 a 32 células. Nessa fase é que as células-tronco embrionárias são extraídas do interior do blastocisto e cultivadas em lâminas no laboratório.
No Brasil, as pesquisas com células-tronco embrionárias são permitidas somente com embriões fertilizados in vitro e congelados a 3 anos ou mais. As células-tronco embrionárias ainda não têm abordagem terapêutica devido a alguns fatores que ainda precisam ser pesquisados, como o fato de se proliferarem em altíssima velocidade e pelo fato dos cientistas não terem controle total sobre o processo de diferenciação das mesmas, ou seja, quando elas se diferenciam em um tipo celular elas podem em algum momento se des-diferenciar, voltando ao seu estado indiferenciado e a partir daí originar um outro tipo celular, o que poderia levar à formação de teratomas. Os cientistas tentam entender também se as células-tronco embrionárias se proliferam para regenerar o tecido lesado ou se elas apenas comandam as células do tecido induzindo-as a se proliferarem. Enfim, nada está totalmente definido a respeito do modo como as células-tronco embrionárias atuam no nosso organismo.
Outra questão importante a respeito das células-tronco embrionárias é o processo de clonagem terapêutica, proibido aqui no Brasil e em diversos países do mundo. Ao contrário do que se acredita a clonagem terapêutica não visa a criação de um clone (um bebê). A finalidade da clonagem terapêutica é clonar as células do paciente, ou seja, transfere-se o núcleo de uma célula do paciente para um óvulo sem núcleo, a partir daí o óvulo começa a se dividir e dar origem a células-tronco pluripotentes geneticamente idênticas ao paciente, o que evitaria problemas com rejeição ao transplante dessas células. No entanto, apesar de resolver muitos problemas, isso não funcionaria no tratamento de doenças genéticas, pois as células clonadas teriam os mesmos defeitos genéticos das células originais.
Quanto às células-tronco adultas podemos dizer as terapias utilizando-as já são realidade como no tratamento de leucemias, por exemplo. As células-tronco adultas são mais fáceis de lidar, se assim podemos dizer, já que sua ação é conhecida a bastante tempo no nosso organismo. Quem nunca acompanhou a recuperação da pele após um corte ou arranhão? Pois é! essa regeneração tecidual da pele e outros tecidos e órgãos se dá pela ação das células-tronco adultas, presentes nos nossos tecidos. Pessoas que sofreram infarto agudo do miocárdio, AVC, paraplegia e mulheres que possuem rugas já se beneficiaram de tratamentos com células-tronco adultas. O que os cientistas pretendem é estudar cada vez mais estas células a fim de manipular e potencializar seus efeitos no nosso organismo. Ainda não se conhece todas as fontes de células-tronco adultas no nosso corpo. A medula, cordão-umbilical, músculo orbicular, tecido adiposo, dentes decíduos e permanentes são exemplo de fontes já conhecidas. Sabe-se que estas células exibem ótimas condições de proliferação e diferenciação e são mais estáveis que as células-tronco embrionárias.
Na odontologia inúmeras pesquisas já foram realizadas utilizando células-tronco adultas. Algumas delas voltadas para a recuperação do periodonto, formação de estruturas condilares, formação de elementos dentários, recuperação do complexo dentino-pulpar, tratamento de fissuras labiopalatinas, dentre outras. Porém, todas essas pesquisas na odontologia ainda precisam ser mais aprofundadas até que possam ser utilizadas. Apesar de não terem abordagem terapêutica, essas pesquisas têm contribuído bastante para o conhecimento acerca dos fenômenos fisiopatológicos.
Quando ocorre a fecundação (união do óvulo com o espermtozóide) forma-se o zigoto, uma célula diplóide. Durante os primeiros dias ocorre divisão celular e no interior do zigoto são encontradas células-tronco totipotentes, que darão origem ao embrião, a placenta e os anexos embrionários. No interior do embrião, por volta do quarto dia após a fecundação (fase de blastocisto), encontram-se diversas células-tronco pluripotentes, com capacidade de dar origem a quase todos os tipos celulares, com exceção da placenta e anexos embrionários. No interior do blastocisto, nesse período, há em média de 16 a 32 células. Nessa fase é que as células-tronco embrionárias são extraídas do interior do blastocisto e cultivadas em lâminas no laboratório.
No Brasil, as pesquisas com células-tronco embrionárias são permitidas somente com embriões fertilizados in vitro e congelados a 3 anos ou mais. As células-tronco embrionárias ainda não têm abordagem terapêutica devido a alguns fatores que ainda precisam ser pesquisados, como o fato de se proliferarem em altíssima velocidade e pelo fato dos cientistas não terem controle total sobre o processo de diferenciação das mesmas, ou seja, quando elas se diferenciam em um tipo celular elas podem em algum momento se des-diferenciar, voltando ao seu estado indiferenciado e a partir daí originar um outro tipo celular, o que poderia levar à formação de teratomas. Os cientistas tentam entender também se as células-tronco embrionárias se proliferam para regenerar o tecido lesado ou se elas apenas comandam as células do tecido induzindo-as a se proliferarem. Enfim, nada está totalmente definido a respeito do modo como as células-tronco embrionárias atuam no nosso organismo.
Outra questão importante a respeito das células-tronco embrionárias é o processo de clonagem terapêutica, proibido aqui no Brasil e em diversos países do mundo. Ao contrário do que se acredita a clonagem terapêutica não visa a criação de um clone (um bebê). A finalidade da clonagem terapêutica é clonar as células do paciente, ou seja, transfere-se o núcleo de uma célula do paciente para um óvulo sem núcleo, a partir daí o óvulo começa a se dividir e dar origem a células-tronco pluripotentes geneticamente idênticas ao paciente, o que evitaria problemas com rejeição ao transplante dessas células. No entanto, apesar de resolver muitos problemas, isso não funcionaria no tratamento de doenças genéticas, pois as células clonadas teriam os mesmos defeitos genéticos das células originais.
Quanto às células-tronco adultas podemos dizer as terapias utilizando-as já são realidade como no tratamento de leucemias, por exemplo. As células-tronco adultas são mais fáceis de lidar, se assim podemos dizer, já que sua ação é conhecida a bastante tempo no nosso organismo. Quem nunca acompanhou a recuperação da pele após um corte ou arranhão? Pois é! essa regeneração tecidual da pele e outros tecidos e órgãos se dá pela ação das células-tronco adultas, presentes nos nossos tecidos. Pessoas que sofreram infarto agudo do miocárdio, AVC, paraplegia e mulheres que possuem rugas já se beneficiaram de tratamentos com células-tronco adultas. O que os cientistas pretendem é estudar cada vez mais estas células a fim de manipular e potencializar seus efeitos no nosso organismo. Ainda não se conhece todas as fontes de células-tronco adultas no nosso corpo. A medula, cordão-umbilical, músculo orbicular, tecido adiposo, dentes decíduos e permanentes são exemplo de fontes já conhecidas. Sabe-se que estas células exibem ótimas condições de proliferação e diferenciação e são mais estáveis que as células-tronco embrionárias.
Na odontologia inúmeras pesquisas já foram realizadas utilizando células-tronco adultas. Algumas delas voltadas para a recuperação do periodonto, formação de estruturas condilares, formação de elementos dentários, recuperação do complexo dentino-pulpar, tratamento de fissuras labiopalatinas, dentre outras. Porém, todas essas pesquisas na odontologia ainda precisam ser mais aprofundadas até que possam ser utilizadas. Apesar de não terem abordagem terapêutica, essas pesquisas têm contribuído bastante para o conhecimento acerca dos fenômenos fisiopatológicos.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
A odontologia não é de responsabilidade exclusiva do profissional. Ela conta com a colaboração do paciente, já que este é quem realiza sua higiene bucal diária. Para ter saúde bucal, a educação do paciente é fundamental, cabendo a ele pôr em prática o que aprendeu com seu dentista. A educação em saúde bucal deve começar na infância. O cirurgião-dentista deve transmitir informações aos pais e filhos juntamente. Porém, em casa o dever de incentivar as crianças a cuidarem da saúde bucal é dos pais. Sabemos que é de suma importância, principalmente no âmbito profissional, que a pessoa exiba uma boa aparência. O nosso sorriso é portanto, considerado nosso cartão de visita e merece toda a atenção. Cuidados básicos: Escovar os dentes e utilizar fio dental sempre após as refeições; Limpar a língua regularmente; Evitar o consumo de doces e refrigerantes; Utilizar creme dental com flúor; visitar o dentista regularmente para receber instruções e avaliar sua saúde bucal.
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